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Estudo mostra que a Banda Gástrica Ajustável é uma Técnica Segura e Eficaz para combater a Obesidade Mórbida
Realizada com mais de 300 pacientes, ação demonstrou que a técnica é menos invasiva e tem menor tempo cirúrgico, entre outras vantagens
Recente estudo desenvolvido pela New York University School of Medicine e publicado na revista “Obesity Surgery” demonstra que o procedimento de colocação de banda gástrica em pacientes com índice de massa corpórea (IMC) acima de 50 Kg/m2 é muito seguro e com menos complicações do que outras técnicas cirúrgicas para a obesidade. Entre os dados de relevo apresentados, podem ser destacados: menor tempo de internação, menos complicações, menor taxa de reversão, menos tempo de cirurgia e resultados finais similares a outras técnicas mais invasivas.
Para este tipo de paciente, são necessários instrumentos mais longos e as cirurgias são, em sua maioria, realizadas por videolaparoscopia. A gordura visceral em maior quantidade, a circunferência maior do abdomen (principalmente nos homens), a necessidade de maior habilidade para manipular os instrumentos cirúrgicos e o fator de risco são alguns dos fatores que fazem com que a cirurgia leve um pouco mais de tempo comparativamente aos pacientes com IMC entre 35 e 49 Kg/m2.
Três técnicas foram utilizadas para analisar 337 pacientes num período de 44 meses - sendo 197 com banda gástrica, 97 com By Pass com Y de Roux e 43 com separação bíleo-pancreática com ou sem o switch duodenal - que foram avaliados nos aspectos psicológicos, nutricionais e médicos. Todos eles utilizaram a mesma banda gástrica, produzida pela Inamed Health (atual Allergan Health).
A média de idade do grupo escolhido foi de 42 anos de idade; o IMC médio, de 55 Kg/m2, sendo 75% dos pacientes do sexo feminino. A média de tempo para as intervenções foram 60 minutos, 130 minutos e 255 minutos, respectivamente para: colocação de banda gástrica, By Pass com Y de Roux e separação bíleo-pancreática. As taxas de reversão também foram, nesta mesma ordem, respectivamente: 0,5%, 2,1% e 7,0%.
Um dia após as respectivas cirurgias, os pacientes foram submetidos a exames com contrastes para avaliar eventuais perfurações ou obstruções, bem como para se documentar a posição da banda e se estava de acordo com os padrões necessários. Os pacientes então foram submetidos à dieta líquida por duas semanas.
Os autores do estudo concluem que as três técnicas cirúrgicas realizadas por via laparoscópica nesses pacientes de alto risco podem ser aplicadas com segurança e que a banda gástrica é bastante vantajosa (de acordo com os dados apurados relatados acima) por ser uma técnica menos invasiva que as demais.
Para saber mais sobre o uso e vantagens da Banda Gástrica, clique aqui.
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